MÉDICA · CRM-SC 26933 · Ginecologia e Obstetrícia · RQE 21553
Cirurgia íntima com quem entende de saúde da mulher antes de entender de estética.
Avaliação ginecológica completa para entender o seu desconforto íntimo, indicar o tratamento mais adequado e acompanhar você em todas as etapas, do primeiro atendimento à recuperação — sempre com foco em um resultado natural.
📍 Florianópolis — Clínica Florescer (Pantanal) e Clínica ArteZam (Centro)
- Ginecologista com atuação em cirurgia íntima
- Atendimento individualizado e sem julgamentos
- Procedimentos em consultório ou centro cirúrgico
- Acompanhamento completo do pré ao pós-operatório
Você se reconhece aqui?
Muitas mulheres convivem por anos com um incômodo íntimo que virou rotina — e acham que precisa ser assim.
- O excesso de pele marca na roupa de academia, no biquíni, na lingerie.
- Incômodo para pedalar, andar a cavalo ou praticar esportes.
- Dificuldade de higiene ou episódios repetidos de irritação na região.
- O desconforto aparece no exercício e na intimidade.
- Vem junto a vergonha da própria aparência, a insegurança e a queda da autoestima.
- Você já pensou em resolver, mas o medo da cirurgia e a dúvida "será que é o meu caso mesmo?" seguraram você.
Se você se reconhece, saiba que isso tem nome, tem causa e tem tratamento — e a decisão começa por uma avaliação séria.
A diferença de tratar com uma ginecologista especializada
A cirurgia íntima não é só um procedimento estético. É uma questão de saúde, função e qualidade de vida.
Como ginecologista, a Dra. Ana Lucia compreende a anatomia, a função e a individualidade de cada paciente. Isso significa indicar a cirurgia apenas quando ela é realmente necessária e planejar cada caso de forma personalizada, preservando a funcionalidade e a sensibilidade da região íntima. O objetivo é sempre um resultado natural, com acompanhamento próximo no pré e no pós-operatório.
Antes de pensar na cirurgia, é preciso entender se realmente existe indicação. Algumas alterações fazem parte da anatomia feminina e não precisam de tratamento. Em outros casos, o excesso dos pequenos lábios pode causar desconforto físico, dificuldade para atividades do dia a dia e impacto na autoestima. A avaliação cuidadosa permite diferenciar essas situações e indicar a melhor conduta para cada mulher.
Aqui você encontra um ambiente acolhedor e sem julgamentos, para falar com segurança sobre um tema que ainda é cercado de tabus.
Como funciona, do início ao fim
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Consulta individualizada
— avaliação das queixas, da anatomia e das suas expectativas.
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Indicação individualizada
— quando há indicação cirúrgica, o procedimento é planejado para o seu caso, com todas as opções explicadas.
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Preparo
— solicitação dos exames pré-operatórios e orientações completas.
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Cirurgia
— realizada em consultório com anestesia local ou em centro cirúrgico, conforme o caso e a sua preferência.
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Acompanhamento
— retornos programados e suporte durante toda a recuperação, até a alta.
Para quem a cirurgia costuma ser indicada?
Ela pode ser considerada quando existe:
- desconforto durante exercícios físicos
- incômodo na relação sexual
- excesso dos pequenos lábios que interfere na rotina
- irritações recorrentes pelo atrito
- dificuldade para usar determinadas roupas
- insatisfação estética associada ao desejo da própria paciente
Dra. Ana Lucia Antonello
A Dra. Ana Lucia Antonello é médica ginecologista com atuação voltada à saúde, ao bem-estar e à autoestima feminina. Ao longo da trajetória, percebeu quantas mulheres conviviam por anos com desconfortos íntimos sem encontrar um espaço seguro para falar sobre o assunto — e foi dessa escuta que aprofundou sua atuação em cirurgia íntima, unindo conhecimento ginecológico, técnica cirúrgica e um atendimento cuidadoso.
- Ginecologia e Obstetrícia — residência na Maternidade Carmela Dutra (Florianópolis/SC)
- MÉDICA · CRM-SC 26933 · Ginecologia e Obstetrícia · RQE 21553
- Pós-graduação em Ginecologia Estética, Regenerativa e Funcional (Instituto Lapidare)
- Formação Avançada em Cirurgia Íntima (Instituto Paulo Guimarães, Brasília/DF)
- Atendimento baseado em evidências, com foco em segurança, funcionalidade e resultados naturais
Dúvidas antes da avaliação
Posso fazer a cirurgia no consultório ou preciso ir para um hospital?
Depende do seu caso e da sua preferência. Parte dos procedimentos pode ser feita em consultório, com anestesia local; outros são realizados em centro cirúrgico. Isso é definido junto com você na avaliação.
Vou perder a sensibilidade? Minha vida sexual pode ser prejudicada?
O planejamento é feito justamente para preservar a funcionalidade e a sensibilidade da região. Essa é uma prioridade da conduta e um dos motivos de a cirurgia ser conduzida por uma ginecologista.
O resultado vai ficar natural ou vai parecer que fiz uma cirurgia?
A busca é sempre por um resultado natural e individualizado, respeitando a sua anatomia. Cada organismo responde de forma própria, e isso é conversado com transparência na avaliação.
Quanto tempo preciso ficar afastada do trabalho, da academia e das relações sexuais?
Você recebe orientações detalhadas de pré e pós-operatório para cada uma dessas atividades. Os prazos variam conforme o procedimento e são explicados no seu plano.
Como sei se realmente tenho indicação para a cirurgia ou se o meu caso é normal?
Só a avaliação responde isso. Muitas vezes a orientação certa já traz tranquilidade, com ou sem procedimento.
Existe idade mínima?
A cirurgia íntima é indicada de forma individualizada. Em geral, recomenda-se aguardar o término do desenvolvimento da região genital, mas cada caso deve ser avaliado com cuidado. A indicação depende da anatomia, dos sintomas e do impacto que o desconforto causa na sua qualidade de vida.
A cirurgia deixa cicatriz?
Toda cirurgia resulta em um processo de cicatrização. Na cirurgia íntima, porém, as incisões são planejadas para acompanhar a anatomia da região, e a cicatriz costuma se tornar pouco perceptível após a recuperação. O resultado varia de acordo com as características de cada organismo e com os cuidados no pós-operatório, aspectos que são orientados detalhadamente durante o acompanhamento.
Conviver com esse desconforto não precisa ser sua única opção.
O primeiro passo é uma avaliação cuidadosa para entender o seu caso, esclarecer dúvidas e decidir, com tranquilidade, qual é o melhor caminho para você.
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